Escrever é confrontar nossos
próprios demônios, olhá-los de frente
e viver para falar sobre eles.
O medo age como um imã.
Ele atrai os demônios para fora
dos armários e para dentro da
tinta de nossas canetas (...).
A escrita me salva da
complacência que me amedronta...
Porque o mundo que crio na
escrita compensa o que o mundo
real não me dá.
No escrever coloco ordem no mundo,
coloco nele uma alça para
poder segurá-lo.
Glória Anzaldua